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  1. Tópico

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      ContosHeroicos123

      Chapeuzinho Vermelho (Light Novel Projeto-1)

      O Caçador

      Atenção: Conto idiota feito para pessoas que não gostam de pensar.

      Era uma vez, numa terra longínqua, uma gata chamada Chapeuzinho Vermelho. Este não era seu nome real, mas por sempre usar um longo capuz rubro, presente de sua avó, todos a chamavam assim.
      Totalmente inocente e doce, aos dezesseis anos, seu corpo já era estupidamente atrativo: seios enormes e durinhos como os de silicone, lábios carnudos, cinturinha fina; sua bunda e coxas não ficavam para trás, cada glúteo era como uma grande bolha redonda, elástica e brilhante, perfeita para se dar um tapa.

      Respostas:
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      Cabelos lisos e dourados, olhos azuis cintilantes, corpo de uma deusa suprema da luxúria. Contudo, não tinha um namorado; vivia numa zona rural isolada onde todos os moleques eram vulgares (sinônimo para desinteressantes).
      Um dia, sua mãe (que também era uma milf tesuda) a chamou e disse:

      — Blanchett, minha querida filha. Sua avózinha está doente e preciso que vá à fazenda vizinha pedir trigo, pois farei um pão delicioso para ela. Diga que depois irei pagar nossa dívida.
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      A fazenda mais próxima e também provedora de vários recursos ficava a quarenta minutos de caminhada. Sem meios de locomoção, a família dessa garota era profusamente pobre; enquanto sua mãe era dona de casa, o pai era um bravo lenhador que, como todo bom homem casado, torrava seu salário em bebida.
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      Andando pelo caminho com uma cesta vazia, a jovem cantarolava músicas sobre a floresta; músicas infantis ensinadas às crianças desde cedo. Bruxas, lobos, cultos e bestas… A cada ano, mais casos de desaparecimento ocorriam e, a cada ano, menos pistas eram encontradas. A única coisa que todos tinham conhecimento é que deveriam temer a floresta.
      Chegando à fazenda, vislumbrou-se um enorme campo dourado, era época de colheita. Saindo dele, Hunter a surpreende.
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      Bonito, atraente e com a bengala de um jumento, Hunter possuía vinte anos. O suor escorria sobre seu corpo bem trabalhado, liberando seus feromônios e tornando sua carne bronzeada um ornato erógeno inadvertidamente devasso, que fazia a garota da capa vermelha se sentir incomodada só de estar próxima.
      Sem o menor aviso, ele a abraça com força, apertando-a, forçando-a a juntar seu quadril frágil ao dele.
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      — Blan, que bela surpresa… Há quanto tempo? — Cortejava, apertando mais um pouco, dando para sentir o corpo de seu pênis contra a virilha, beijando seus lábios através das vestes.
      — Oi, Hunter. Mamãe me enviou aqui para pedir um pouco de trigo e disse que acertará a conta quando receber — correspondeu ao flerte, deixando-se levar pela dominação.
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      Ambos eram a alma gêmea ideal um do outro. Hunter, embora popular com as mulheres, recusava-se a paquerá-las graças ao seu amor obsessivo por Blanchett que, por sua vez, escolheu o melhor dos pretendentes para enamorar. Ele a conhecia desde seus treze anos; a aparência imutável da imatura Blanchett já foi o suficiente para enlouquecê-lo, não sendo mais capaz de cobiçar qualquer outra coisa.
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      Envolto em dificuldades para deixá-la, vagarosamente se desfez do amplexo e segurou sua mão, Hunter a puxou numa corrida pelo trigal. Rápido como o vento, derrubava tudo pelo caminho e de reolho, felizava sua amada, fazendo-a sentir-se sendo roubada e levada a algum lugar longe dessa monotonia.
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      O ambiente rústico da choupana tornava-se digno de uma família interiorana; sua mãe, Gretel, cozinhava um doce mingau. Como todas as mulheres da região, Gretel era corpuda. Um simples avental sensualizava seu aspecto devorador de mãe madura, sua saia desceria até os joelhos se não fosse sua rabeta grandiosa que expunha sua calcinha.
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      Junto a Gretel, estava Hansel. Ao contrário de sua esposa sociável, ele passava seus dias de cara fechada, despejando-se no álcool. Hansel era um antigo caçador de monstros que foi ferido em sua última missão; forçado a se aposentar, mesmo após anos, seu físico ainda era capaz de afugentar exércitos e seus olhos tenebrés assassinavam a alma de quem os encarasse. Forte, resistente e perigoso, estes foram os atributos que um dia o tornaram um monstro entre os monstros, não havendo palavras para seu vigor, responsável por destruir Gretel todas as noites sem exceção.
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      — Pai, mãe, vejam quem veio nos visitar.
      — Chapeuzinho, que surpresa, minha filha. O que a traz aqui? — Com voz de fada, a mamãe Gretel a convidou à mesa, deixando-a que se servisse o quanto desejasse do prato doce. Ela sempre quis uma menina e, embora Hunter, um filho magnífico, fizesse morada em seu coração, o absorto de poder mimá-la era inigualável.
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      Chapeuzinho se senta ao lado de Hunter e seu velho, sua mera presença lhe fazia engolir seco.
      — O-Obrigada. Vim pedir um pouco de trigo, mamãe falou que vai…
      — Hunter — Hansel a interrompe, com voz rouca e fedendo a cerveja. Conquanto tivesse aceitado a compra, ele sabia que dona Sussy iria fazer rodeios de novo. — Leve ela até o silo e diga ao capataz Cícero para dar a ela um saco.
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      Dada a ordem, Hunter estava ansioso para tirá-la dali o quanto antes. Passeando pelo seara, teu silêncio era constrangedor.
      — Ahrm… Sinto muito. Mamãe disse que, desde que se aposentou, papai nem consegue dormir à noite.
      — O que o feriu? Ele ainda não te contou?
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      — Não, e parece que nunca vai. — Arrebatados, os pombinhos se aconchegavam mais e mais a cada passo e, aproveitando-se da oportunidade, o jovem casal dá as mãos. — “Protocolo da organização”, ele diz.
      O silo transbordava de grãos. Com o auxílio de Cícero, Hunter retira dele uma saca de cinco quilos, suficiente para que Blan não sofresse ao carregar.
      — Tem certeza? Eu não quero fazer desfeita, mas…
      — Está tudo bem, não se preocupe. É por conta da casa.
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      — Obrigada — ela o agradece, entretanto, ao virar-se para ir embora, Hunter a abraça por trás, impedindo-a de tomar qualquer partido.
      — Já vai? Fica mais um pouco, por favor. — Abstido e sussurroso, o jovem implorava fitando o celeiro ao lado. Contudo, este não seria verdadeiramente um pedido. — Quero te mostrar algo.
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      Blanchett era muito ingênua devido à sua criação diferenciada. Ela não tinha amizades para conversar ou ensinar sobre coisas sujas. Mas agora, isso não seria mais um problema: Hunter se encarregaria disso.
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