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  1. Tópico

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      Chapeuzinho Vermelho (Light Novel Projeto-2)

      Capuz Vermelho
      — Chegou tarde. Houve algum problema?
      — Não, mamãe, só o Hunter que queria passar um tempinho comigo.
      — O Hunter? Hum… Vocês são tão bonitinhos juntos. Se lembra de quando brincavam de casinha e viviam se beijando?
      — Nem me fale. O tanto de palmadas que a gente levava…
      — E você tinha o costume de andar sem calcinha. Aquele menino bobo vinha correndo para reclamar comigo. Porém, eu tenho certeza de que ele adoraria te ver sem ela agora.
      — N-Não fale assim. Não tenho culpa se elas são muito apertadas.
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      Respostas:
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      O forno pré-aquecia, Sussy agachou-se com dificuldade pois sua lombar estava sofrida de tanto suportar seus dois melões. A crença em almas gêmeas e no amor eterno era parte da cultura de seu povo. Portanto, eram naturais romances e aventuras na juventude, mas, Sussy se preocupava com o futuro de sua filhota, que não possuía amigos, mesmo com tais doçuras e idade.
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      Odiada pelo marido, a mãe de Chapeuzinho se envolveu em várias compulsividades. Como a filha, ela era gostosa pra caralho; cobiçada por peões, é visível que a voluptuosidade da filha veio de sua genética. As coxas e a bunda, tal como os peitos avantajados e levemente caídos pela idade, deixavam os homens loucos e suas mulheres enciumadas.
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      Belos olhos azuis, um corpo deliciosamente definido, cabelos loiros e pele caucasiana. A pele marcada pela idade e certo descuido próprio era um pequeno preço diante das escolhas do passado. Contudo, ela nunca chorou ou se fingiu de fraca perante os desafios; se dava ao máximo como esposa e genitora, e nisso, não exalava arrependimento.

      O tempo passou…

      Com uma cesta cheia de pães doces quentinhos, mamãe Sussy se aproximou de Blan e colocou sua testa na dela, abençoando sua ida.
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      — Lembre-se, querida, se anoitecer, não hesite em dormir na casa de sua avó. Faça o que fizer, não saia da trilha, sabe bem dos perigos que habitam lá.
      Era uma longa trilha pela frente. O caminho mais curto seria pela floresta, mas era garantida uma viagem segura pelo mais longo.
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      Andarilhando pelas terras, um ou outro camponês a reconhecia e lhe dava bom dia; sendo bastante querida entre os vaqueiros velhos, flertes e insinuações eram recorrentes, contudo, um tabefe bem dado de suas senhoras era o suficiente para retorná-los à razão. Chapeuzinho era a filha não oficial de todos os casais da vila, sempre bem vigiada e agourada.
      “Olá, menina. Aonde vai?” perguntavam-na.
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      “Vou à casa da vovó. Ela está doente e estou levando algo para ela comer", ela respondia em seguida.
      Blanchett chegou a pegar uma carona na carroça do Tio Zé e do Tio Paulo, dois peões conhecidos por namoricar as casadas da região, até metade do caminho. Os dois iam e vinham da cidade; quem mandava na carroça era Jack, seu antigo alazão, de costas e cascos já cansados, arrastava-os todas as vezes.
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      O trajeto foi amigável, a garota se divertia com as histórias de pescador do Tio Paulo, em que os dois mentirosos batalhavam contra lobisomens de três cabeças e homens com cabeça de leão.
      Chegando até a encruzilhada em que se separariam, Blanchett desceu da carroça e os agradeceu. Agora, ao lado de uma madeireira, ela observava os lenhadores a cortar árvores, robustos e suados, a endurecer a postura, e num único golpe, as árvores caíam ao chão. As densas toras de pinheiro e carvalho cultivados há décadas eram folhas de papel diante destes brutamontes.
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      — Dando um passeio, menininha? — Uma voz familiar e indecente a interdita, era Hansel, pai de Hunter.
      — S-Sim, estou indo para a casa da vovó. Ela está com virose. — Trêmula, Chapeuzinho deu um passo para trás ao se deparar com a figura de aura aterradora que castigava sua pútrida alma.
      — Cheira bem. Sua mãe sempre foi muito boa padeira. Está os levando para Sasha, correto? — deduziu, acompanhando-a, embora ela apertasse o passo.
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      — Ôh, Hansel. Tamo quase terminando de juntar as madeiras, aonde que tá indo? — chamou Heitor, o gestor do lugar.
      — E-Ele tá certo, senhor. Não precisa…
      — Heitor, vou escoltar a menina até a casa da avó dela. Pode levar as toras para a fazenda e pedir para Gretel te pagar.
      — Ok. Cuidado, as bandas estão perigosas ultimamente.
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      — Por que caralhos isso não me surpreende? — O caçador deixou claro: se existisse algo no caminho, ele o perseguiria e perseguiria seus semelhantes até o inferno para garantir sua devida extinção, essa sendo a ética e moral dos caçadores. — Lembre-se, garotinha. Regra número um: jamais deixe algo inacabado para destruir qualquer ameaça e potencial.
      — Que ridículo — retrucou Blanchett. — Essa regra só coloca a si mesmo em risco. E se surgir uma ameaça que não consiga combater?
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      — Blanchett, se um caçador é mordido por um vampiro ou lobisomem, se acaso continuar vivo e voltar ao vilarejo, uma hora, ele cederá a infecção e você sabe o que vêm depois, certo?
      — A organização dos caçadores tem a tecnologia mais avançada do mundo, ainda não encontraram uma cura?
      — Não existe uma cura para ser descoberta, é o preço de se mexer com o sobrenatural. Eu sou um caso à parte, digamos assim. — Hey?! O que está fazendo, menina?
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      — Pelo menos você está vivo, e é isso que importa. — Blanchett se joga nele. Ela mal o conhecia e tremelicava somente de estarem próximos, contudo, naquele momento a sós no meio daquela trilha, ela desejava confortá-lo, fazer o possível para animá-lo.
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      — Ha, ha, ha, você é uma garota muito fofinha. — Gargalhou, acariciando sua cabeça e arruinando seu penteado.
      — Não me trate como criança, por favor!
      — Sim, sim, sim. Você é uma menininha grande. — Com a mão na boca, Hansel tampava suas risadinhas.
      — É sério, poxa! — Suas palavras tinham leve relutância, mas a sensação era ótima.
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      Perto de seu destino, no início daquela floresta fria e tortuosa em que o sol já não alcançava, prosseguiam em silêncio, até que… “Yahhh!” Um grito percorre a floresta. Era a voz da vovó, vinha de sua casa, era exorbitante, portanto, o som seria seu guia.
      Perfurando-se entre as árvores, sem perguntas ou pesar, sem medo ou confusão, o atalho já estava em suas mentes. Eram ágeis, se envolviam em uma dança sincronizada no imo da floresta, desviavam dos obstáculos e ignoravam sua escuridão.
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      — Vovó! — gritou Chapeuzinho, vendo a clareira que orbitava a casa da velha. Ela não notou Hansel num disparate, como um raio. Seu alvo: a porta do imóvel. “Yah… Yah… Yah”, “Pow… Pow… Pow…” Os gemidos e batidas ficavam mais audíveis. Sem tempo a perder, ele derruba o obstáculo, revelando a imagem caída, suada e exausta, que se vira para eles, recebendo-os.
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